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Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo.
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Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.
(Fernando Pessoa)
PERGUNTA:
A QUE É QUE ELE SE REFERIA?
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Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
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O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
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Alguns têm na vida um grande sonho e faltam a esse sonho. Outros não têm na vida nenhum sonho, e faltam a esse também.
Fernando Pessoa----------------
???????????saquei este trabalho da net, e...é uma possibilidade.???????????
PROSPERIDADE
Dinheiro Traz Felicidade
Nos primeiros meses de 1999, fomos bombardeados
pelo noticiário econômico, que ocupou grande parte das
atenções da imprensa escrita, falada e televisiva. A expressão
soturna dos locutores noticiaristas e o tom austero
e sisudo transmitido pelos jornais e revistas, davam a
entender que o assunto era da maior gravidade. Falando
num dialeto estranho, o “economês”, o cidadão de classe
média e cultura igualmente mediana, como eu mesma,
pouco pôde compreender sobre o significado daquelas
palavras. Mas, uma coisa ficava evidente: a terrível e inevitável
recessão estava prestes a nos assombrar como
uma alma do outro mundo, rondando nossas mentes e
bloqueando nossa criatividade.
Tenho curso superior completo, através de uma das
melhores Universidades do Brasil; viajando sem pressa
por alguns países de língua estrangeira, pude observar os
hábitos diferenciados de seus povos e aprender com eles.
Assim, considerava-me bem preparada para a vida. Aí
vem o maldito economês e me sinto desorientada, como
uma criança perdida em meio à tribo hostil do capitalismo
selvagem, com gente estranha ditando normas sobre o
que devo fazer, sob pena de perder o rico dinheirinho
conquistado através da combinação de milhões de letras
colecionadas neste ofício de formar palavras e frases...
“Antecipe o pagamento de suas dívidas em dólares;
afinal, nunca se sabe o quanto a moeda americana pode
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REDESCOBRINDO O PRAZER DE VIVER
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desvalorizar o pobre real nos próximos dias”; “Inflação do
pãozinho francês! O aumento da farinha pode chegar a
17,83%!!” “Se você comprou um carro novo, perdeu
dinheiro. Se for um sofisticado modelo importado, preste
atenção para não acabar na miséria, pois as peças estão
pela hora da morte e os distribuidores estão falindo por
causa da crise!” Que pesadelo!
O que, até poucos dias atrás, eram ícones de sucesso,
de repente se tornaram meus algozes, com uma faca afiada
apontada para o meu pescoço. Ao menor movimento
contra a vontade dos manda-chuvas da economia, zás... lá
vamos nós, mulas-sem-cabeça, deixar ir por terra toda a
nossa sensibilidade no trato das questões mundanas, já
que eles pensam e planejam por nós. A ordem é que
vistamos a mortalha de miseráveis representantes do país
de terceiro mundo, sempre prestes a reverenciar a vitória
do colonizador desenvolvido. Dizendo amém a todas as
tolices ditas e propagadas por eles, em alto e bom som.
O grande teatro das ilusões econômicas nos impõe
suas crenças e nos embala ao som dos gritos do sobe e
desce nas Bolsas de Valores, pantomima difícil de entender.
Depois, nos faz dançar miudinho num ritmo estressante,
naquele afã de proteger nossa poupança, tendo por
trilha sonora o frevinho bem-humorado na voz de Gal
Costa: “Onde está o dinheiro? (O gato comeu, o gato
comeu) E ninguém viu (O gato fugiu, o gato fugiu) O seu
paradeiro está no estrangeiro... Onde está o dinheiro?”(*)
Se é para perder tempo com tolas especulações,
proponho a substituição do termo “Economia” por “Con-
(*) José Maria de Abreu, Francisco Mattoso e Paulo Barbosa. Onde Está oDinheiro?, faixa do CD O Melhor de Gal Costa, BMG Ariola.
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trole de Gastos”; desta forma – por que não? – os economistas
seriam designados pela honorável titulação de
“controladores” dos nossos gastos, o que, certamente, os
levaria às alturas. Pois já não surgiram tantas “profissões”
esquisitas desde que a economia se “popularizou”,
globalizou e subjugou o mundo? Alguém pode me explicar
o que é um megaespeculador? E um operador de
mercados, o que faz?
Em tempos idos, cada profissional ganhava seus proventos
com o suor do seu rosto; havia os agricultores, os
artesãos, os mestres e também os pensadores. Todos eram
especializados em seus ofícios e o respeito mútuo imperava.
Todos agiam produtivamente, voltados ao bemestar
de sua comunidade. Ninguém vivia às custas de
complicar a vida do outro. Além de balanços, cálculos,
projeções e ilusões financeiras, o que de concreto produzem
esses novos “profissionais”? Não fosse a barafunda
em que eles próprios transformaram os mercados
espalhados pelos quatro cantos do planeta, quanto lhes
dariam por meia dúzia de dicas e anotações? Qual o senso
prático e a utilidade de sua “criação”?
Dúvidas à parte, vamos em frente que atrás vem gente.
Existe toda uma trama numérica que envolve complicados
cálculos matemáticos, matéria na qual, sinceramente,
nunca logrei grandes êxitos. Apesar disso, nada
impediu que eu escrevesse meu próprio roteiro de vida,
sobrevivendo a crises e mais crises, planos e mais planos
econômicos, desde a mais tenra infância, fazendo, como
diriam os antigos, meu pé-de-meia.
O estado de pânico alardeado pelos intelectuais do
dinheiro apoiados pela grande imprensa apenas nos para-
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lisa e embota nossa inteligência, refreando nossas inicia-tivas.
Passamos a aceitar crenças limitantes como “É me-lhor pingar
do que secar” ou “Pouco com Deus é muito”. Muito com Deus
não seria bem melhor?
A estagnação que nos propõem quando existe a
intenção de refrear o consumo, faz com que a miséria
aumente, pois quem está com o dinheiro – e tem a ilusão
de “tê-lo” – segura-o com unhas e dentes, evitando que
ele passe para outras pessoas, a fim de realizar seus sonhos
ou suprir suas necessidades. Assim, como no ditado
popular, alimenta-se tão somente a avareza que nada
mais é que “viver na pobreza por medo de ficar pobre”.
Dinheiro, quer como idéia, quer como moeda concretamente
palpável, só tem razão de existir enquanto
elemento de troca. Todos devemos ser centros captadores
– portanto produtivos – e distribuidores de dinheiro.
Quem guarda seu tesouro debaixo do colchão pode, da
noite para o dia, amanhecer com um monte de moedinhas
e cédulas de papel pintado, sem nenhum valor.
Existe um pensamento, se não me engano do astuto
Stanislaw Ponte Preta, aceito por unanimidade: “É melhor
ser rico e saudável do que pobre e doente”. Em algumas
de minhas palestras ou cursos, costumo fazer o teste,
lançando a frase no ar para sentir como está a auto-estima
e o senso de autovalorização da platéia. Pois não é que
sempre aparece um sem-graça que fica em dúvida e ainda
tenta fazer “análise combinatória”: “E seu eu for pobre e
saudável? Ou doente, mas rico?”. Pé de pato, mangalô,
três vezes!! Viu no que dá o tal raciocínio matemático?
A miséria reflete a doença mental de um povo; pobreza,
como qualquer distúrbio, nada mais é que um esta-
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do de desequilíbrio: muitos com pouco e uns poucos, cada
vez mais, com muito.
De onde vem a aceitação – e conseqüentemente – a
escolha por ser pobre? De crenças limitantes como “todo
rico é desonesto”, “dinheiro é coisa do diabo”, “dinheiro
não traz felicidade”, etc. Tudo isso precisa ser resignificado,
ou seja, visto com outros (e bons!) olhos.
Riqueza não deve ser encarada, necessariamente,
como sinônimo de desonestidade. Existem ricos honestos
e também pobres desonestos... Temos vários exemplos de
ricos bondosos aqui mesmo, pertinho de nós. Ayrton
Senna, o corredor de Fórmula 1 multimilionário, empenhou
talento e dedicação a serviço de sua pátria, tornando
o Brasil conhecido como o melhor do mundo numa modalidade
de competição que envolve milhares de milhões
de dólares. Senna se dedicava a causas humanitárias, não
apenas através de recursos financeiros gerados por sua
Fundação; também esbanjava bondade e generosidade ao
visitar crianças doentes em hospitais discretamente, sem
fazer disso motivo de promoção pessoal.
Dinheiro é uma idéia da Inteligência Superior. É um
símbolo de saúde, beleza, refinamento, liberdade. Quando
usado com sabedoria, volta-se a atividades construtivas
e beneficia a humanidade sob inumeráveis aspectos.
Não compra a felicidade, mas torna possível a aquisição
de bens que, momentaneamente, nos fazem felizes: uma
roupa nova; aprender um idioma, ter um lar, um espaço
sagrado para guardar suas coisas e compartilhar suas
emoções; dispor de um carro que lhe permita levar suas
experiências e emoções a mais lugares, bem disposto, já
que você usufrui de uma condução rápida e confortável;
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presentear os seres amados; e até mesmo adquirir alguma
coisa aparentemente fútil: um objeto de arte, uma jóia,
um cosmético, tirar férias, enfim, algo que sirva como
premiação por seu empenho e suas conquistas.
Algumas pessoas confundem a autovalorização com
instinto venal. Ok, você não está a venda... mas seu trabalho
está! Pois se o dinheiro é o sistema de medida adotado
para medir talento, a lógica apregoa que quanto
maior o seu salário, maior o seu talento. Mas, quando um
operário faz acordo para ter seu salário reduzido, contribuindo
com sua parte para amenizr os efeitos da crise
econômica, permitindo que colegas não tenham de ser
demitidos, nem por isso sua capacidade diminui. Já o
dinheiro... Assim, as leis que regem o cobiçado metal
parecem não ter a mínima coerência. Por isso, não se
deixe levar inocentemente pelas tais “leis de mercado”.
Elas foram criadas para manipular e enganar os tolos.
Não adianta sair por aí acreditando que “Um médico
recém-formado ganha, no mínimo, R$ X, portanto não
devo aceitar trabalhar por menos (ou devo pedir mais
para mostrar que tenho valor)”. Não há padronização
possível, a questão não é de valor, mas de merecimento.
Trabalhar por “menos que R$X” até adquirir experiência
ou sabedoria necessárias não é questão de desvalorizar-
se, é um tipo de auto-investimento (Já que ninguém
quis investir em você, você mesmo “assumiu o risco”,
criando uma oportunidade de mostrar o seu talento). Por
isso, em qualquer atividade que exerça, pergunte-se antes
“Quanto eu mereço receber por fazer isto?” e não “Quanto
vale isto que estou fazendo?” Um pintor pode cobrarR$200,00 para reformar uma sala sem derramar um
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pinguinho de tinta no carpete, deixando as paredes lisas e
uniformes como cetim. Então seu serviço vale a quantiaestipulada, talvez mais. No entanto, se você for um aprendiz,
vai gastar o dobro do tempo, um terço a mais de tinta
e ainda vai ter de limpar tudo ao terminar, quem sabe até
refazer duas ou três vezes uma única parede. Assim,
apesar de ter tido mais trabalho, seu serviço pode valer
bem menos... Depende da necessidade do cliente e da sua
boa vontade em aprender e se aprimorar cada vez mais.
O mesmo raciocínio se presta a assalariados e
funcionários públicos: não adianta ficar reclamando que
“os homens do Planalto” não lhe dão aumento; você pode
escolher se arriscar na iniciativa privada ou no sinistro
mundo dos autônomos. Dizem que o mar não está pra
peixe, mas você nunca saberá se não se decidir trocar a
terra firme por um misterioso mergulho nas profundezas...
Mas, não abra mão do seu emprego à toa. Do lado de cá,
amigo, só ganha dinheiro quem tem jogo de cintura e
criatividade para tanto.
Ao lidar com a questão do merecimento é oportuno
checar a quantas andam seus valores pessoais, os princípios
que norteiam sua vida. Alguma vez você já parou
para se perguntar qual é o seu preço? Quanto um marido
traído teria de desembolsar para que você desse um tiro
mortal na esposa infiel? Quanto cobraria para aparecer nu
nas páginas de uma revista especializada? E para se
tornar um traficante de drogas? Ou prejudicar deliberadamente
uma determinada pessoa?
A abordagem pode ser estranha, mas tem um saldo
bastante positivo na questão da autovalorização. Por uma
quantia bem menor do que a que você imaginou (para
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alguns itens sua resposta pode até ter sido “Não tem preço”),
muitos de nossos políticos, fiscais, policiais e juízes,
roubam, trapaceiam, enganam, traficam ou se ex-põem ao
ridículo. Pois então, você é ou não é um sujeito de valor?
É importante refletir também sobre suas crenças no
imponderável. Quanto dinheiro da imensa fortuna universal
está disponível para você? No Universo próspero e
infinito, há bastante para todos; você dispõe de uma conta
corrente sem limites, basta alimentar essa idéia e suas atitudes
o tornarão mentalmente rico. Sem se deixar abater
pela avareza, pelas estatísticas dos economistas, pela depressão
miserável experimentada por quem mergulha de
cabeça na crise. Lembre-se: você não é o dono do mundo
(ninguém é!) mas é filho do Dono (todos somos!!). Reivindique
a sua parte na abundância universal.
Segundo especialistas em treinamento do pensamento
positivo, a prosperidade segue leis peculiares. Dentre as
variadas abordagens apresentadas, destacamos três que
primam por sua simplicidade e coerência. A primeira é
conhecida como “Lei do Vácuo” e consiste em criar espaços
para a produtividade e a conseqüente remuneração;
desfazer-se de tudo o que é supérfluo ou descartável
cria uma atmosfera “enxuta”, colocando seus objetivos
em foco, facilitando suas realizações. O tal pensamento
que apregoa “Quem trabalha muito não tem tempo para
ganhar dinheiro” tem sua lógica, de acordo com esta lei. O
que também não significa que você deva ganhar sem
trabalhar, engrossando o guarda-roupa dos “cabides de
emprego”, concorda?
A segunda, denominada “Lei da Atração”, segue o
princípio de que “quando um desejo lhe é dado, a capaci-
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dade e as oportunidades para realizá-lo também são apresentadas
a você”. Fique esperto, é uma simples questão
de identificação. Essa particularidade é chamada por alguns
de intuição, oportunismo ou sorte, pelos mais ingênuos.
“Estar no lugar certo na hora certa” é um exemplo
típico da Lei da Atração em funcionamento.
Outra lei, tão importante quanto as demais, e talvez
a mais “esquecida” é a “Lei da Troca” e baseia-se numa
única pergunta: “O que eu devo dar em troca do dinheiro
que quero obter?”. Em geral, as respostas giram em torno
de mais horas de trabalho, disponibilidade para dedicarse
a algum tipo de estudo (informática, um idioma, cursos
técnicos de especialização), menos tempo para o lazer e a
família, etc. Estamos habituados a ver sempre o brilho
dos outros, ignorando quantas horas de lustro foram necessárias
para chegar-se àquele grau de polimento...
Os problemas econômicos são conseqüência da falta
de equilíbrio e da crença em conceitos absolutamente distorcidos
que vão se firmando como grandes e sábias verdades.
A pessoa de mente sadia não contrai dívidas. Em“economês” da Nova Era, dívida é sinônimo de dúvida;
quando você sabe que pode quitar o compromisso assumido,
então não há dívida, apenas parcelamento.
Se eu tenho dinheiro para pagar o IPTU tributado à
minha casa, saldar uma parcela por mês representa apenas
o adiamento do pagamento por uma simples questão
de conveniência.
Quando escolho a “prestação”, esse adiamento me
oferece a oportunidade de empregar o restante do dinheiro
de modo mais rentável ou produtivo. É claro que gastar
mais do que se ganha é burrice e até mesmo os “gênios da
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economia” vivem cometendo esse equívoco e colocando
seus países em situações constrangedoras.
Prejuízo é outra palavra banida do dicionário daspessoas equilibradas. Ser vítima de prejuízos nada mais é
que conferir poder excessivo às outras pessoas, os “espertinhos”
capazes de enganá-lo. Em geral, os que se dizem
prejudicados são pessoas ganaciosas, que não têm
senso de limites nem de planejamento; são, portanto, causa
e não efeito da malandragem alheia. Quanto às perdas,
estas surgem da crença do não-merecimento: “O que fácil
vem, fácil vai”... Lembre-se: “Você só pode perder aquilo
que não lhe pertence por direito divino.”
Para lidar com dinheiro, adotei alguns princípios de
teóricos do tema prosperidade que, na prática, funcionam
muito bem. Um deles afirma que “dinheiro não tem inteligênciapor si só”. Coloque uma pilha de dinheiro à suafrente e espere que ele se multiplique sozinho; ao final de
um dia, uma semana, um mês, você perceberá que a
“mágica” não aconteceu. Tome as rédeas do seu dinheiro.
“Dinheiro requer atenção em dinheiro”. Significaque, por melhor que seja sua intenção, se você não realizá-
la com o objetivo de receber $X por isso, ela não lhe
renderá um único centavo. Quando fizer algo visando lucrar
dinheiro (e não elogios, carinho ou prestígio, por
exemplo), deixe isso bem claro para você, para o
Universo, e para as pessoas envolvidas no projeto.
“O dinheiro responde às minhas instruções”. Crieestratégias para lidar com o dinheiro. Saber gastar, muitas
vezes, é muito mais produtivo que saber ganhar. Estabeleça
metas claras sobre como vai usar o seu dinheiro. E
leve em conta que o dízimo, instituído pela maioria das
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religiões, pode ser uma boa maneira de atuar como agente
distribuidor de dinheiro, contribuindo para sua circulação
e oferecendo oportunidade de progresso às demais pessoas,
já que o crescimento dos outros reflete também o
seu próprio crescimento.
“Toda prosperidade começa com uma idéia”.Dinheiro sem criatividade não vale nada; invista em informação,
em descanso e lazer (para gerar boas idéias),
em qualidade de vida, auto-estima e satisfação pessoal.
Faça o que gosta ou, ao menos, aprenda a gostar do que
faz. Lembre-se que seus bloqueios e limitações podem
ser reprogramados a qualquer momento, desde que você
assim o deseje. Aceite o dinheiro não como uma finalidade
em si, mas como um meio disponível para criar um
mundo mais justo e abundante. Sonhe alto, faça planos e
aproveite bem suas realizações. E seja mais feliz!!
Três etapas para a Riqueza
• Substitua pensamentos negativos mentalizando:
“Tenho em mim um estoque infinito e todas as minhas
necessidades são satisfeitas instantaneamente”.
• Invoque a Inteligência Superior:
“O Universo é a fonte instantânea e imediata de meus
recursos, propiciando todas as idéias de que necessito em
todos os momentos e oportunidades”.
• Agradeça sempre:
“Agradeço à Inteligência Superior por suas riquezas
sempre presentes, abundantes e eternas”.
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Oração para antes de
todo e qualquer empreendimento
Oração Medieval recolhida pelo
abade francês Julio Houssay(*)
+ Deus Todo-Poderoso,
Deus Fortíssimo,
Deus Dulcíssimo,
Deus Altíssimo e Glorioso,
Deus Soberano e Justo,
Deus cheio de Graça e Clemência,
eu, ................ (seu nome)
me apresento diante de Vossa majestade
e peço a Vossa bondade.
Dignai-vos a escutar minhas preces
e abençoai este empreendimento:
.................... (diga o que prentende).
Esta graça vos peço!!
(*) Houssay, Julio. O Livro das Orações Mágicas, OP Livros
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http://oplivros.com.br/livros/wp-content/prosperidade.pdf
Sindicação
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