CRITICA SOCIAL E POLITICA SEM OFENSAS, MAS SEM PIEDADE

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Primeiro blog

03 Mar 2009 - 17:38:02
Teste de amor
http://mulher.sapo.pt/saberviver/artigos/quizzes/912456.html


------------

Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo.

Pablo Neruda


--------------

Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.


(Fernando Pessoa)

PERGUNTA:

A QUE É QUE ELE SE REFERIA?

--------------

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.

Fernando Pessoa

----------------

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

Fernando Pessoa

----------------

Alguns têm na vida um grande sonho e faltam a esse sonho. Outros não têm na vida nenhum sonho, e faltam a esse também.

Fernando Pessoa

----------------



???????????saquei este trabalho da net, e...é uma possibilidade.???????????


PROSPERIDADE

Dinheiro Traz Felicidade

Nos primeiros meses de 1999, fomos bombardeados

pelo noticiário econômico, que ocupou grande parte das

atenções da imprensa escrita, falada e televisiva. A expressão

soturna dos locutores noticiaristas e o tom austero

e sisudo transmitido pelos jornais e revistas, davam a

entender que o assunto era da maior gravidade. Falando

num dialeto estranho, o “economês”, o cidadão de classe

média e cultura igualmente mediana, como eu mesma,

pouco pôde compreender sobre o significado daquelas

palavras. Mas, uma coisa ficava evidente: a terrível e inevitável

recessão estava prestes a nos assombrar como

uma alma do outro mundo, rondando nossas mentes e

bloqueando nossa criatividade.

Tenho curso superior completo, através de uma das

melhores Universidades do Brasil; viajando sem pressa

por alguns países de língua estrangeira, pude observar os

hábitos diferenciados de seus povos e aprender com eles.

Assim, considerava-me bem preparada para a vida. Aí

vem o maldito economês e me sinto desorientada, como

uma criança perdida em meio à tribo hostil do capitalismo

selvagem, com gente estranha ditando normas sobre o

que devo fazer, sob pena de perder o rico dinheirinho

conquistado através da combinação de milhões de letras

colecionadas neste ofício de formar palavras e frases...

“Antecipe o pagamento de suas dívidas em dólares;

afinal, nunca se sabe o quanto a moeda americana pode

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REDESCOBRINDO O PRAZER DE VIVER

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desvalorizar o pobre real nos próximos dias”; “Inflação do

pãozinho francês! O aumento da farinha pode chegar a

17,83%!!” “Se você comprou um carro novo, perdeu

dinheiro. Se for um sofisticado modelo importado, preste

atenção para não acabar na miséria, pois as peças estão

pela hora da morte e os distribuidores estão falindo por

causa da crise!” Que pesadelo!

O que, até poucos dias atrás, eram ícones de sucesso,

de repente se tornaram meus algozes, com uma faca afiada

apontada para o meu pescoço. Ao menor movimento

contra a vontade dos manda-chuvas da economia, zás... lá

vamos nós, mulas-sem-cabeça, deixar ir por terra toda a

nossa sensibilidade no trato das questões mundanas, já

que eles pensam e planejam por nós. A ordem é que

vistamos a mortalha de miseráveis representantes do país

de terceiro mundo, sempre prestes a reverenciar a vitória

do colonizador desenvolvido. Dizendo amém a todas as

tolices ditas e propagadas por eles, em alto e bom som.

O grande teatro das ilusões econômicas nos impõe

suas crenças e nos embala ao som dos gritos do sobe e

desce nas Bolsas de Valores, pantomima difícil de entender.

Depois, nos faz dançar miudinho num ritmo estressante,

naquele afã de proteger nossa poupança, tendo por

trilha sonora o frevinho bem-humorado na voz de Gal

Costa: “Onde está o dinheiro? (O gato comeu, o gato

comeu) E ninguém viu (O gato fugiu, o gato fugiu) O seu

paradeiro está no estrangeiro... Onde está o dinheiro?”(*)

Se é para perder tempo com tolas especulações,

proponho a substituição do termo “Economia” por “Con-

(*) José Maria de Abreu, Francisco Mattoso e Paulo Barbosa. Onde Está o

Dinheiro?, faixa do CD O Melhor de Gal Costa, BMG Ariola.

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trole de Gastos”; desta forma – por que não? – os economistas

seriam designados pela honorável titulação de

“controladores” dos nossos gastos, o que, certamente, os

levaria às alturas. Pois já não surgiram tantas “profissões”

esquisitas desde que a economia se “popularizou”,

globalizou e subjugou o mundo? Alguém pode me explicar

o que é um megaespeculador? E um operador de

mercados, o que faz?

Em tempos idos, cada profissional ganhava seus proventos

com o suor do seu rosto; havia os agricultores, os

artesãos, os mestres e também os pensadores. Todos eram

especializados em seus ofícios e o respeito mútuo imperava.

Todos agiam produtivamente, voltados ao bemestar

de sua comunidade. Ninguém vivia às custas de

complicar a vida do outro. Além de balanços, cálculos,

projeções e ilusões financeiras, o que de concreto produzem

esses novos “profissionais”? Não fosse a barafunda

em que eles próprios transformaram os mercados

espalhados pelos quatro cantos do planeta, quanto lhes

dariam por meia dúzia de dicas e anotações? Qual o senso

prático e a utilidade de sua “criação”?

Dúvidas à parte, vamos em frente que atrás vem gente.

Existe toda uma trama numérica que envolve complicados

cálculos matemáticos, matéria na qual, sinceramente,

nunca logrei grandes êxitos. Apesar disso, nada

impediu que eu escrevesse meu próprio roteiro de vida,

sobrevivendo a crises e mais crises, planos e mais planos

econômicos, desde a mais tenra infância, fazendo, como

diriam os antigos, meu pé-de-meia.

O estado de pânico alardeado pelos intelectuais do

dinheiro apoiados pela grande imprensa apenas nos para-

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lisa e embota nossa inteligência, refreando nossas inicia-tivas.

Passamos a aceitar crenças limitantes como “É me-lhor pingar

do que secar” ou “Pouco com Deus é muito”. Muito com Deus

não seria bem melhor?

A estagnação que nos propõem quando existe a

intenção de refrear o consumo, faz com que a miséria

aumente, pois quem está com o dinheiro – e tem a ilusão

de “tê-lo” – segura-o com unhas e dentes, evitando que

ele passe para outras pessoas, a fim de realizar seus sonhos

ou suprir suas necessidades. Assim, como no ditado

popular, alimenta-se tão somente a avareza que nada

mais é que “viver na pobreza por medo de ficar pobre”.

Dinheiro, quer como idéia, quer como moeda concretamente

palpável, só tem razão de existir enquanto

elemento de troca. Todos devemos ser centros captadores

– portanto produtivos – e distribuidores de dinheiro.

Quem guarda seu tesouro debaixo do colchão pode, da

noite para o dia, amanhecer com um monte de moedinhas

e cédulas de papel pintado, sem nenhum valor.

Existe um pensamento, se não me engano do astuto

Stanislaw Ponte Preta, aceito por unanimidade: “É melhor

ser rico e saudável do que pobre e doente”. Em algumas

de minhas palestras ou cursos, costumo fazer o teste,

lançando a frase no ar para sentir como está a auto-estima

e o senso de autovalorização da platéia. Pois não é que

sempre aparece um sem-graça que fica em dúvida e ainda

tenta fazer “análise combinatória”: “E seu eu for pobre e

saudável? Ou doente, mas rico?”. Pé de pato, mangalô,

três vezes!! Viu no que dá o tal raciocínio matemático?

A miséria reflete a doença mental de um povo; pobreza,

como qualquer distúrbio, nada mais é que um esta-

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do de desequilíbrio: muitos com pouco e uns poucos, cada

vez mais, com muito.

De onde vem a aceitação – e conseqüentemente – a

escolha por ser pobre? De crenças limitantes como “todo

rico é desonesto”, “dinheiro é coisa do diabo”, “dinheiro

não traz felicidade”, etc. Tudo isso precisa ser resignificado,

ou seja, visto com outros (e bons!) olhos.

Riqueza não deve ser encarada, necessariamente,

como sinônimo de desonestidade. Existem ricos honestos

e também pobres desonestos... Temos vários exemplos de

ricos bondosos aqui mesmo, pertinho de nós. Ayrton

Senna, o corredor de Fórmula 1 multimilionário, empenhou

talento e dedicação a serviço de sua pátria, tornando

o Brasil conhecido como o melhor do mundo numa modalidade

de competição que envolve milhares de milhões

de dólares. Senna se dedicava a causas humanitárias, não

apenas através de recursos financeiros gerados por sua

Fundação; também esbanjava bondade e generosidade ao

visitar crianças doentes em hospitais discretamente, sem

fazer disso motivo de promoção pessoal.

Dinheiro é uma idéia da Inteligência Superior. É um

símbolo de saúde, beleza, refinamento, liberdade. Quando

usado com sabedoria, volta-se a atividades construtivas

e beneficia a humanidade sob inumeráveis aspectos.

Não compra a felicidade, mas torna possível a aquisição

de bens que, momentaneamente, nos fazem felizes: uma

roupa nova; aprender um idioma, ter um lar, um espaço

sagrado para guardar suas coisas e compartilhar suas

emoções; dispor de um carro que lhe permita levar suas

experiências e emoções a mais lugares, bem disposto, já

que você usufrui de uma condução rápida e confortável;

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REDESCOBRINDO O PRAZER DE VIVER

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presentear os seres amados; e até mesmo adquirir alguma

coisa aparentemente fútil: um objeto de arte, uma jóia,

um cosmético, tirar férias, enfim, algo que sirva como

premiação por seu empenho e suas conquistas.

Algumas pessoas confundem a autovalorização com

instinto venal. Ok, você não está a venda... mas seu trabalho

está! Pois se o dinheiro é o sistema de medida adotado

para medir talento, a lógica apregoa que quanto

maior o seu salário, maior o seu talento. Mas, quando um

operário faz acordo para ter seu salário reduzido, contribuindo

com sua parte para amenizr os efeitos da crise

econômica, permitindo que colegas não tenham de ser

demitidos, nem por isso sua capacidade diminui. Já o

dinheiro... Assim, as leis que regem o cobiçado metal

parecem não ter a mínima coerência. Por isso, não se

deixe levar inocentemente pelas tais “leis de mercado”.

Elas foram criadas para manipular e enganar os tolos.

Não adianta sair por aí acreditando que “Um médico

recém-formado ganha, no mínimo, R$ X, portanto não

devo aceitar trabalhar por menos (ou devo pedir mais

para mostrar que tenho valor)”. Não há padronização

possível, a questão não é de valor, mas de merecimento.

Trabalhar por “menos que R$X” até adquirir experiência

ou sabedoria necessárias não é questão de desvalorizar-

se, é um tipo de auto-investimento (Já que ninguém

quis investir em você, você mesmo “assumiu o risco”,

criando uma oportunidade de mostrar o seu talento). Por

isso, em qualquer atividade que exerça, pergunte-se antes

“Quanto eu mereço receber por fazer isto?” e não “Quanto

vale isto que estou fazendo?” Um pintor pode cobrar

R$200,00 para reformar uma sala sem derramar um

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pinguinho de tinta no carpete, deixando as paredes lisas e

uniformes como cetim. Então seu serviço
vale a quantia

estipulada, talvez mais. No entanto, se você for um aprendiz,

vai gastar o dobro do tempo, um terço a mais de tinta

e ainda vai ter de limpar tudo ao terminar, quem sabe até

refazer duas ou três vezes uma única parede. Assim,

apesar de ter tido mais trabalho, seu serviço pode valer

bem menos... Depende da necessidade do cliente e da sua

boa vontade em aprender e se aprimorar cada vez mais.

O mesmo raciocínio se presta a assalariados e

funcionários públicos: não adianta ficar reclamando que

“os homens do Planalto” não lhe dão aumento; você pode

escolher se arriscar na iniciativa privada ou no sinistro

mundo dos autônomos. Dizem que o mar não está pra

peixe, mas você nunca saberá se não se decidir trocar a

terra firme por um misterioso mergulho nas profundezas...

Mas, não abra mão do seu emprego à toa. Do lado de cá,

amigo, só ganha dinheiro quem tem jogo de cintura e

criatividade para tanto.

Ao lidar com a questão do merecimento é oportuno

checar a quantas andam seus valores pessoais, os princípios

que norteiam sua vida. Alguma vez você já parou

para se perguntar qual é o seu preço? Quanto um marido

traído teria de desembolsar para que você desse um tiro

mortal na esposa infiel? Quanto cobraria para aparecer nu

nas páginas de uma revista especializada? E para se

tornar um traficante de drogas? Ou prejudicar deliberadamente

uma determinada pessoa?

A abordagem pode ser estranha, mas tem um saldo

bastante positivo na questão da autovalorização. Por uma

quantia bem menor do que a que você imaginou (para

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alguns itens sua resposta pode até ter sido “Não tem preço”),

muitos de nossos políticos, fiscais, policiais e juízes,

roubam, trapaceiam, enganam, traficam ou se ex-põem ao

ridículo. Pois então, você é ou não é um sujeito de valor?

É importante refletir também sobre suas crenças no

imponderável. Quanto dinheiro da imensa fortuna universal

está disponível para você? No Universo próspero e

infinito, há bastante para todos; você dispõe de uma conta

corrente sem limites, basta alimentar essa idéia e suas atitudes

o tornarão mentalmente rico. Sem se deixar abater

pela avareza, pelas estatísticas dos economistas, pela depressão

miserável experimentada por quem mergulha de

cabeça na crise. Lembre-se: você não é o dono do mundo

(ninguém é!) mas é filho do Dono (todos somos!!). Reivindique

a sua parte na abundância universal.

Segundo especialistas em treinamento do pensamento

positivo, a prosperidade segue leis peculiares. Dentre as

variadas abordagens apresentadas, destacamos três que

primam por sua simplicidade e coerência. A primeira é

conhecida como “Lei do Vácuo” e consiste em criar espaços

para a produtividade e a conseqüente remuneração;

desfazer-se de tudo o que é supérfluo ou descartável

cria uma atmosfera “enxuta”, colocando seus objetivos

em foco, facilitando suas realizações. O tal pensamento

que apregoa “Quem trabalha muito não tem tempo para

ganhar dinheiro” tem sua lógica, de acordo com esta lei. O

que também não significa que você deva ganhar sem

trabalhar, engrossando o guarda-roupa dos “cabides de

emprego”, concorda?

A segunda, denominada “Lei da Atração”, segue o

princípio de que “quando um desejo lhe é dado, a capaci-

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dade e as oportunidades para realizá-lo também são apresentadas

a você”. Fique esperto, é uma simples questão

de identificação. Essa particularidade é chamada por alguns

de intuição, oportunismo ou sorte, pelos mais ingênuos.

“Estar no lugar certo na hora certa” é um exemplo

típico da Lei da Atração em funcionamento.

Outra lei, tão importante quanto as demais, e talvez

a mais “esquecida” é a “Lei da Troca” e baseia-se numa

única pergunta: “O que eu devo dar em troca do dinheiro

que quero obter?”. Em geral, as respostas giram em torno

de mais horas de trabalho, disponibilidade para dedicarse

a algum tipo de estudo (informática, um idioma, cursos

técnicos de especialização), menos tempo para o lazer e a

família, etc. Estamos habituados a ver sempre o brilho

dos outros, ignorando quantas horas de lustro foram necessárias

para chegar-se àquele grau de polimento...

Os problemas econômicos são conseqüência da falta

de equilíbrio e da crença em conceitos absolutamente distorcidos

que vão se firmando como grandes e sábias verdades.

A pessoa de mente sadia não contrai
dívidas. Em

“economês” da Nova Era, dívida é sinônimo de dúvida;

quando você sabe que pode quitar o compromisso assumido,

então não há dívida, apenas parcelamento.

Se eu tenho dinheiro para pagar o IPTU tributado à

minha casa, saldar uma parcela por mês representa apenas

o adiamento do pagamento por uma simples questão

de conveniência.

Quando escolho a “prestação”, esse adiamento me

oferece a oportunidade de empregar o restante do dinheiro

de modo mais rentável ou produtivo. É claro que gastar

mais do que se ganha é burrice e até mesmo os “gênios da

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economia” vivem cometendo esse equívoco e colocando

seus países em situações constrangedoras.

Prejuízo é outra palavra banida do dicionário das

pessoas equilibradas. Ser vítima de prejuízos nada mais é

que conferir poder excessivo às outras pessoas, os “espertinhos”

capazes de enganá-lo. Em geral, os que se dizem

prejudicados são pessoas ganaciosas, que não têm

senso de limites nem de planejamento; são, portanto, causa

e não efeito da malandragem alheia. Quanto às perdas,

estas surgem da crença do não-merecimento: “O que fácil

vem, fácil vai”... Lembre-se: “Você só pode perder aquilo

que não lhe pertence por direito divino.”

Para lidar com dinheiro, adotei alguns princípios de

teóricos do tema prosperidade que, na prática, funcionam

muito bem. Um deles afirma que
“dinheiro não tem inteligênciapor si só”. Coloque uma pilha de dinheiro à sua

frente e espere que ele se multiplique sozinho; ao final de

um dia, uma semana, um mês, você perceberá que a

“mágica” não aconteceu. Tome as rédeas do seu dinheiro.

“Dinheiro requer atenção em dinheiro”. Significa

que, por melhor que seja sua intenção, se você não realizá-

la com o objetivo de receber $X por isso, ela não lhe

renderá um único centavo. Quando fizer algo visando lucrar

dinheiro (e não elogios, carinho ou prestígio, por

exemplo), deixe isso bem claro para você, para o

Universo, e para as pessoas envolvidas no projeto.

“O dinheiro responde às minhas instruções”. Crie

estratégias para lidar com o dinheiro. Saber gastar, muitas

vezes, é muito mais produtivo que saber ganhar. Estabeleça

metas claras sobre como vai usar o seu dinheiro. E

leve em conta que o dízimo, instituído pela maioria das

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religiões, pode ser uma boa maneira de atuar como agente

distribuidor de dinheiro, contribuindo para sua circulação

e oferecendo oportunidade de progresso às demais pessoas,

já que o crescimento dos outros reflete também o

seu próprio crescimento.

“Toda prosperidade começa com uma idéia”.

Dinheiro sem criatividade não vale nada; invista em informação,

em descanso e lazer (para gerar boas idéias),

em qualidade de vida, auto-estima e satisfação pessoal.

Faça o que gosta ou, ao menos, aprenda a gostar do que

faz. Lembre-se que seus bloqueios e limitações podem

ser reprogramados a qualquer momento, desde que você

assim o deseje. Aceite o dinheiro não como uma finalidade

em si, mas como um meio disponível para criar um

mundo mais justo e abundante. Sonhe alto, faça planos e

aproveite bem suas realizações. E seja mais feliz!!

Três etapas para a Riqueza

Substitua pensamentos negativos mentalizando:

“Tenho em mim um estoque infinito e todas as minhas

necessidades são satisfeitas instantaneamente”.

Invoque a Inteligência Superior:

“O Universo é a fonte instantânea e imediata de meus

recursos, propiciando todas as idéias de que necessito em

todos os momentos e oportunidades”.

Agradeça sempre:

“Agradeço à Inteligência Superior por suas riquezas

sempre presentes, abundantes e eternas”.

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Oração para antes de

todo e qualquer empreendimento

Oração Medieval recolhida pelo

abade francês Julio Houssay(*)

+ Deus Todo-Poderoso,

Deus Fortíssimo,

Deus Dulcíssimo,

Deus Altíssimo e Glorioso,

Deus Soberano e Justo,

Deus cheio de Graça e Clemência,

eu, ................ (seu nome)

me apresento diante de Vossa majestade

e peço a Vossa bondade.

Dignai-vos a escutar minhas preces

e abençoai este empreendimento:

.................... (diga o que prentende).

Esta graça vos peço!!

(*) Houssay, Julio. O Livro das Orações Mágicas, OP Livros

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http://oplivros.com.br/livros/wp-content/prosperidade.pdf


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